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terça-feira, 23 de agosto de 2016

O que eu faço qdo tem alguém no grupo com necessidades especiais???

Necessidades Especiais? O que é isso? Simples ... uma grande oportunidade para todos!!!

Nesse vídeo você encontra uma reflexão sobre como trabalhar o grupo e o professor/líder para viver essa experiência.

Vamos lá?



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Eu tenho um chamado! Mas não tenho forças!

Esse vídeo é para quem tem um chamado e uma vontade de fazer algo a mais no Reino de Deus, mas ... faltam forças, ou tem timidez, ou acha que não é capaz ... ou ...  ou ....

Nesse vídeo tem uma importante verdade sobre essa questão!

Ei, você é chamado por Deus, então ... fique tranquilo, tudo dará certo, mesmo!



sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Pokémon Go - 5 Coisas legais e 5 não tão legais assim acerca desse jogo.


A partir de um olhar cristão e da educação, esse vídeo traz 5 coisas interessantes e positivas acerca desse aplicativo e do mundo da realidade virtual aumentada e também 5 coisas perigosas que rondam as pessoas que fazem o uso desse tipo de tecnologia.

Esse vídeo pode ajudar muito você que:

1 - gosta de usar o aplicativo;
2 - é líder de jovens, adolescentes ou outros grupos que também gostam destas tecnologias;
3 - é pai e mãe;
4 - é professore de EBD;
5 - está preocupado com as reais ameaças desse tipo de material.

Deus abençoe,

Pr Ted.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Vencendo o invencível!!!

Leia o texto abaixo, ele fala de um dos momentos mais difíceis da vida de um rei.

E disse: Dai ouvidos, todo o Judá e vós, moradores de Jerusalém, e tu, ó rei Josafá, ao que vos diz o SENHOR. Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus.
Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o SENHOR emboscadas contra os filhos de
Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados.

(2 Cr 20.15 e 22. ARA)



Realmente o rei Josafá estava em apuros. Era sem dúvida um dos momentos mais difíceis de seu reinado, e ele sabia que a morte era certa. A não ser que ...

... e o inesperado aconteceu!!!

Quando estamos no centro da vontade divina, Deus peleja por nós. Nossa tarefa é descansar e confiar nEle. Declare a Deus a sua dependência nEle. Louve a Deus... e descanse.

Quando Deus está no negócio, o impossível acontece!!!



Por que somos criadores?

Simples...


Somos criadores porque Deus é criador!


John Piper defende que “o fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus ao gozá-lo plena e eternamente”. O homem deve buscar viver um ministério criativo que permita glorificar e ao mesmo tempo viver a alegria que está repousando em Deus. Essas duas ações não são coisas que podem ser separadas. Ele quer que o homem ao desfrutar da sua presença possa em uma relação de intimidade cada vez mais gradativa glorificá-lo. Dessa forma, tudo o que o cristão fizer será criativo porque é inspirado pelo Deus que tudo criou.
No entendimento que criatividade é uma resposta ao que Deus é, muitas considerações podem ser formuladas para melhor compreender essa questão. Ao buscar exercer um ministério criativo, o cristão precisa zelar para que haja um equilíbrio entre a sua espiritualidade e o profissionalismo necessário. A espiritualidade na vida do ministro é diretamente ligada à questão da intimidade com Cristo e quando essa relação é sadia há o surgimento de uma criatividade sobrenatural que glorifica a Deus.
 

No ministério criativo, a intimidade com Cristo é aprofundada quando a oração se transformada em uma verdadeira forma de vida, o serviço passa a significar o doar-se pelo próximo, a celebração passa a produzir vida, a submissão proporciona um esvaziamento de si em busca da vontade do Pai e a fragilidade é entendida como a segurança da certeza de que Deus é fiel.

É preciso não esquecer nada
É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos severos conosco,
pois o resto não nos pertence.
(MEIRELES, In CÉSAR, 2009, p. 09)

Na busca de um ministério criativo é preciso intensificar o desejo de alimentar tudo o que possa ampliar a satisfação em servir a Cristo de forma mais profunda e permanente. Na arte, a felicidade que a mesma possa provocar deve encontra-se apenas em Deus.
Logo, há uma relação muito estreita entre o ministério cristão eficaz e a criatividade. Não há como ser criativo no exercício da comissão cristã sem ser alguém constantemente inundado pela felicidade e desejo por estar perto de Cristo. Em outras palavras, espiritualidade e criatividade são características inerentes ao ministro que vive um ministério em conformidade com os anseios do Deus Criativo.

domingo, 16 de outubro de 2011

Forum de Pentecostalidade e Reforma: Paul Tillich e a Teologia Pentecostal

 


Os palestrantes serão o Pr. Sergio Melfior e o Prof. Reginaldo Leandro Plácido, que falarão sob os temas Características do líder para uma nova geração e Diálogos com a Teologia Pentecostal, respectivamente.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Frágil para a Glória de Deus...




Criatividade na fragilidade

Deus vai te guiar com Sua forte mão; podes descansar na tribulação;
Seja tua vida livre de pesar; em tristeza e lida Deus vai te guiar.
(VINGREN, F. e KIRKPATRICK, Deus vai te guiar, HC028)

A consciência da fragilidade é um saber necessário aquele que se dispõe a exercer um ministério profundo, rico e criativo. Quando o ministro confia em Deus, suas limitações, temores e imperfeições se tornam em terra fértil nas mãos de um Deus amoroso e criativo. A tribulação e os pesares do cotidiano são transformados em experiências para a glória de Deus e o ser humano compreende que foi criado para andar com o Criador.
Permitir que a sua fraqueza se torne uma fonte de criatividade é um desafio que poucos estão dispostos a enfrentar no mundo atual. A contemporaneidade pede cada vez mais pessoas dispostas a viverem um treinamento continuado em busca de altos níveis de competência possibilitando profissionais capacitados, competitivos e exigentes. Mas no ministério cristão os pré-requisitos são diferenciados: É preciso equilíbrio! A busca de uma intimidade com Cristo é essencial, porém sem perder de vista o desenvolvimento das potencialidades humanas sempre tendo em vista que tudo é para a glória de Deus. [1]
Quando Focauld[2] afirmou que “o homem precisa entrar no deserto para receber a graça de Deus” ele quis demonstrar a essencialidade dos momentos de dificuldades para o desenvolvimento da espiritualidade do cristão. O deserto, segundo Barbosa[3], é um lugar onde a alma do cristão é alimentada pela graça e pelo amor que vem de Deus.
Para o ministro cristão enfrentar o deserto é preciso ter consciência da segurança eterna que repousa no cuidado que o Pai tem para com os seus filhos[4]. Aquele que busca exercer o ministério criativo pode enfrentar as mais complexas dificuldades e perseguições, porém ele sabe que em Cristo a vitória é certa e o deserto faz parte de um momento passageiro, pois o foco está na vida eterna.



[1] NOUWEN, 2008, p. 127.
[2] FOCAULD. In. BARBOSA, 2009, p. 30.
[3] BARBOSA, 2009, p. 95.
[4] BARBOSA, 2009, p. 162.

Quando a criatividade pede submissão...





Em Jesus tens a palma da vitória, minh’alma;
E também doce calma pelo sangue da cruz!
(MACALÃO e PALMER, Em Jesus tens a palma da vitória, HC075)

Um mal do mundo contemporâneo é a necessidade de se afirmar enquanto detentor de poder evidenciando a valorização da figura hierárquica e empobrecendo as relações onde o bem comum é priorizado. Porém Barbosa[1] defende que quando a igreja opta pela idéia de poder, enquanto algo que traz privilégios e revela a idéia de domínio, ela nega necessariamente a liberdade e o amor.
Diante dessa idéia de poder, que em nada tem haver com a questão relacionada ao espiritual, pode ser percebido que ele é prejudicial ao desenvolvimento de um ministério cristão criativo inspirado pelo exemplo de Cristo e deve ser combatido por aqueles que almejam anunciar as boas novas.
Ao contrário da idéia de poder e domínio, a submissão ao Pai apresenta-se como uma forma de se permitir ser conduzido pelo Criador e assim ser o caminho que promove a comunhão entre as pessoas.[2] Ela é a disciplina espiritual que conduz a liberdade de interagir com as pessoas em uma mesmo ideal que é a adoração ao Criador, porém ela vem sendo sistematicamente negada e negligenciada.
Se permitir viver a disciplina espiritual da submissão é atender a um chamado radical. Um chamado que leva o ministro cristão a não mais fazer algo que ele queira, mas a morrer para ele mesmo e abrir mão das próprias ambições temporais e focar no que é eterno.[3]

A luz dessa nova liberdade da humilhação, de conhecermos a verdade sobre quem somos, respondemos que nossos talentos não são nossos, eles vêm do nosso Deus Criador criativo. (CARD, 2008, p. 78)

É quando o homem se permite, através da submissão ao Pai, viver a liberdade da humilhação que ele passa a se conhecer e reconhecer suas capacidades e limitações. É o momento em que o ministro compreende que é dependente do Criador. O ministério só passa a ser criativo quando há o entendimento que é o Cristo criativo que o inspira.
César[4] afirma que para viver um ministério frutífero é preciso amar e se deleitar com a idéia de que o ser humano é pequeno e frágil. É só mediante a consciência do quão dependente é, que o homem passa a viver com ousadia. Na fraqueza há o terreno fértil para que Cristo possa ter liberdade de manifestar o poder que provoca criatividade para a glória de Deus.
Enfim, Nouwen[5] afirma que o líder do futuro será justamente o que ousar assumir sua irrelevância no mundo como uma vocação divina que o leva a depender de Deus. É quando a submissão possibilita ao homem se deixar ser usado por Deus proporcionando uma força criativa no ministério e produzindo bons frutos.


[1] BARBOSA, 2009, p. 168.
[2] BARBOSA, 2009, p. 171.
[3] CARD, 2008, p. 82.
[4] CÉSAR, Marília de Camargo. Feridos em nome de Deus. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2009. p. 40.
[5] NOUWEN, 2002, p. 18.


SERMONÁRIO: A verdadeira sabedoria!

O que vem a ser a verdadeira sabedoria? Algo tão almejado em todos os tempos e que pode ser por você alcançado! Tão maravilhosa virtude que repousa no princípio do temor ao Senhor é alvo de reflexão que você encontra no esboço de sermão que você encontra CLICANDO AQUI.


sábado, 25 de setembro de 2010

CELEBRAÇÃO: UM BOM PEDAÇO DO CAMINHO PARA A CRIATIVIDADE CRISTÃ



Diante do ministério, o homem descobre que tem apenas uma vida para viver, a sua própria. Aceitar este fato e vivê-lo é receber graça e descobrir que tudo da vida é bom. E quando morrermos para a ilusão que a vida é diferente disso, descobriremos o segredo de toda a vida: Morrer é Viver. Somos aqueles que chamamos este acontecimento de O Evento de Cristo Jesus e reivindicamos para nosso tempo a mensagem do povo bíblico. (CREDO do Perkins School of Theology em Dallas [1970]. In NOUWEN, 2008, p 109)

A celebração é uma disciplina espiritual que está no centro do caminho que Cristo nos oferece. O ministro cristão ao mergulhar nas profundezas de sua relação com Deus vai descobrindo que a celebração é uma forma maravilhosa de sentir como é bom usufruir da graça de Pai Celeste.
Foster[1] afirma que a celebração produz a alegria para a vida e é esta alegria que nos fortalece se multiplicando ainda mais. Também este sentimento desencadeia o surgimento de uma confiança em Deus e a certeza de podemos depender dEle com relação a tudo o que precisamos. E é esta perspectiva que surge a partir da celebração da alegria em Cristo.

Deve-se viver para Deus, Martyn. É Ele quem dá a vida; deve-se então viver para Ele. Assim que passar a vier para Deus, você não vai mais sofrer com nada, e tudo lhe parecerá fácil. (TOLSTOI, 2001, p. 23)

Quando o homem percebe que Deus é quem dá a vida e passa a viver para Ele, esse fato dá início um processo maravilhoso que mudará a visão do ministro acerca dos eventos vividos. Bonança ou agitação, prosperidade ou decadência, tudo para a glória de Deus.
A celebração agrada a Deus por demonstrar que o cristão aceita de forma obediente a vida com consciência e é sabedor da preciosidade que ela representa. A vida passa a ser vista como uma dádiva e cada momento começa ser percebido de forma única. A celebração não mais é vista como um ritual, mas sim como uma forma de mostrar ao Criador o quão grato é o ministro acerca da obra divina.



[1] FOSTER, 2007, p. 260.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Quando ser criativo é ser servo!



Vivia na cidade Martyn Avdeitch, o sapateiro. Ele morava num porão que tinha uma única janela que abria para a rua. Pela janela baixa podia ver as pessoas passando, mas delas enxergava somente as pernas. Martyn Avdeitch, no entanto, conhecia as pessoas pelo calçado. Fazia muito tempo que vivia naquele lugar e tinha muitos conhecidos. (TOLSTOI, 2001, p. 21)


Tolstoi revela, através do relato da vida do sapateiro Avdeitch, um fato muito interessante. Através do serviço acontece uma experiência de conhecimento do outro. O sapateiro conhecia as pessoas que faziam parte da sua vida apenas pelo seu calçado e por elas ele se tornava conhecido. Elas com certeza tornavam a procurá-lo, pois sabiam que ali encontravam um serviço especial e personalizado. O serviço aproximava aquele que realizava a obra dos que eram beneficiados pelo ofício do homem que conhecia as pessoas pelo que elas tinham mais particular e específico, o calçado.
O ministro que almeja um ministério criativo precisa entender que o serviço cristão é a oportunidade de doar-se e permitir que o outro seja agraciado pela mão estendida a servir. É a chance de conhecer a quem devemos servir e tocar com a mensagem da cruz. É o cristão se permitindo ser visto como alguém que é inspirado a servir como Cristo servia. Card[1] afirma que “no reino às avessas, a verdadeira grandeza está no gesto do servo que se curva com a bacia e a toalha”.
Foster[2] nos ensina que pelo exemplo deixado, Cristo nos doutrina que a vida de cruz é a vida daquele que de forma livre e voluntária aceitou ser servo de todos. Não é por obrigação, mas opção que diante de Deus o ministro cristão se torna livre para servir aos outros com o amor que é inspirado pelo exemplo deixado pelo Mestre dos mestres.
Para Nouwen[3], servir é se permitir trilhar o caminho descendente que leva aos pés da Cruz. É a ótica contrária a cosmovisão contemporânea onde a ascensão é uma ordem e um alvo a ser seguido por todos os que almejam a liderança em qualquer área. Ser alguém que é chamado à liderança no ministério cristão é ser chamado para servir e se doar pelo próximo.

Ministério significa uma tentativa constante de por sua própria busca por Deus, com todos os momentos de dor e alegria, desespero e esperança, à disposição daqueles que querem se juntar a esta busca, mas não sabem como fazê-lo. Por isso, ministério de modo algum é um privilégio. Ao contrário, é o âmago da vida cristã. (NOUWEN, 2008, p. 128)

Exercer o serviço no ministério cristão é estar disposto e se negar e assumir as suas fragilidades permitindo que o amor de Deus o guie na busca por atender o outro que precisa ouvir as boas novas.
Lane[4] defende a importância existente no fato de manifestar o amor pelo próximo procurando perceber quais são as necessidades desta pessoa em todos os sentidos do seu existir. É comum o entendimento que alguém ao exercer a liderança no ministério cristão possa se sentir com méritos e até, em certa medida, mais ilustres do que outros. Mas, esse sentimento perde espaço e o amor que há no ministro criativo o leva a exercer ações em busca do que pode suprir as ausências na vida daquele que ainda não alcançou uma relação de intimidade profunda com Cristo e não está exercitando a sua espiritualidade.
Nouwen[5] explica que quando Deus permite que em nosso caminho apareça alguém, esse não é um encontro casual. Para alguém de fé, sempre é tempo de servir e promover o Reino de Deus. O ministro cristão precisa estar atendo a qualquer oportunidade que possa existir para que a disciplina do serviço se faça presente.

Imediatamente após Pedro ser comissionado para ser o líder de seu rebanho, Jesus o confronta com a dura realidade de que o líder-servo é o líder que é guiado para lugares desconhecidos e dolorosos. (NOUWEN, 2002, p. 42)

Às vezes o que o ministro cristão presencia é uma árdua realidade e nem sempre servir se resume às simples tarefas do cotidiano. Muitas vezes, o desconhecido e a dúvida irão arrastar aquele que glorifica a Deus com a sua servidão para lugares de solidão e sofrimento. Porém, a certeza de que o Cristo da cruz foi alguém que deu a vida e venceu permite ao ser humano a convicção de estar no caminho certo. É aí que a alegria brota do coração daquele que usufrui da intimidade do Deus Criador.

No Teu bom serviço tenho eu prazer, nele muita graça eu vou receber;
Sempre falarei assim do Teu amor, e Te glorificarei meu Salvador.
Desça Tua graça sobre mim, Senhor, para trabalhar com mais e mais fervor,
dá-me entendimento e veraz saber, para alegre, eu fazer o Teu querer.
Só em Ti confio, meu Senhor e Rei; Só em Ti vitória eu alcançarei.
E contigo quero sempre aqui viver, ‘Té que p’ra Sião, me venhas receber.
Sim, ó meu Senhor, quero seguir-Te, ó Deus de amor.
Sempre Te servindo, e também dando a Ti louvor.
(NENES e BILHOM, Servir a Jesus, HC147)

Para que o ministério cristão seja criativo é necessário assumir a condição de servir. Para Nouwen[6], o ensino, a pregação, o cuidado individual e a organização são oportunidades de promover o exercício do ministério cristão através da atitude do serviço. É preciso mais servos no ensino que desejem oferecer aos seus alunos a verdadeira liberdade. O ministério necessita de mais pregadores que permitam que sua intimidade esteja disponível aos que anseiam pelo evangelho e possam assim receber as boas novas. É urgente a necessidade de pessoas aptas a se arriscarem a ponto de permanecerem fiéis ao sofrimento do próximo mesmo quando isso lhes custa valores preciosos materiais e imateriais. Uma nova cosmovisão surge onde a esperança de uma total renovação se faz presente.
Enfim, o objetivo do serviço na ótica do ministério cristão é “oferecer uma nova abordagem, dar nova força, romper as cadeias da morte e destruição, e criar uma nova vida que pode ser confirmada. Em resumo, fazer com que a própria fraqueza se torne criativa”. (NOUWEN, 2008, p. 129)


[1] CARD, 2008, p. 87.
[2] FOSTER, 2007, p. 169.
[3] NOUWEN, 2002, p. 42.
[4] LANE, Bill. In. CARD, 2008, p. 91.
[5] NOUWEN, 2008, p. 82.
[6] NOUWEN, 2008, p. 128.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Educação Cristã: Tranformando vidas!

No último final de semana aconteceu mais um COMPED com os distritos da região sul de Joinville. O tema da plenária da tarde foi "Educação Cristã: Transformando vidas!" Clique na imagem abaixo e tenha acesso aos slides da palestra. Paz do Senhor a todos!