terça-feira, 8 de novembro de 2016
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Como você se prepara espiritualmente para o seu trabalho com Jovens e Adolescentes?
Nesse vídeo você encontra 4 super dicas sobre Espiritualidade para Líderes e Professores de EBD.
Deus abençoe!
Pr Ted.
sexta-feira, 15 de março de 2013
Uma questão de "autoridade" - PARTE 1
Efésios 6:2-3
Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
Efésios 6:2
Uma das reflexões a que me refiro é com relação a "AUTORIDADE ESPIRITUAL". O principal motivo pelo qual devemos honrar nossos pais é muito simples: Deus criou a família, e esta família surge como uma consequência da união entre duas pessoas. Essas pessoas, ao gerarem filhos, serão pais. Pais escolhidos pelo Senhor para conduzirem uma família, um lar. Ou seja, os pais são autoridades espirituais escolhidas por Deus para conduzirem e serem canal de benção para os filhos.
Quando um adolescente ou um jovem honra a seu pai, ele está honrando uma autoridade espiritual sobre sua vida. Não importa se o garoto têm 15, 18, 40 ou 80 anos. Não faz diferença a gatinha ter 10, 18, 30 ou 50 anos. E daí que casaram ou raramente vêem seus pais. Pai é pai, mãe é mãe. E os pais foram escolhidos por Deus para serem autoridades espirituais dos seus filhos!
A boa notícia, é que nossos pais nos amam, e amam muito!!! Logo, sempre é certeza de que estamos diante da melhor escolha o fato de honrarmos nossos pais e seguirmos os seus conselhos, sejamos crianças, adolescentes, jovens, adultos ou anciões.
Honremos nossos pais, e vejamos o quanto isso trará de consequências maravilhosas para nós! Afinal, segundo a escolha de Deus, nossa primeira autoridade espiritual ... antes mesmo de nossos pastores e líderes eclesiásticos, são os nossos pais.
Há, existem os pais que nos geraram (biológicos ou não) e educaram.... a família na sua mais clara composição. Mas também, há os pais que nós escolhemos. As pessoas que nós reconhecemos como referências para nós... mas isso, é assunto para uma outra postagem.
Paz.
Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;
Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
Efésios 6:1-3
Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;
Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
Efésios 6:1-3
Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;
Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
Efésios 6:1-3
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
SERMONÁRIO: A verdadeira sabedoria!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
LIÇÕES BÍBLICAS PARA A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: LIÇÃO 02 - A ORAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
A oração é o elo que liga o homem a Deus. É a forma concebida por Deus para que o homem criatura possa ter acesso e conversar com aquele que é o seu melhor amigo! CLICANDO AQUI você tem acesso aos esboços usados por mim nessa aula. Esse material pode ser usado para as classes de Escola Bíblica Dominical de Jovens e Adultos. Paz do Senhor e boa aula a todos.
sábado, 25 de setembro de 2010
CELEBRAÇÃO: UM BOM PEDAÇO DO CAMINHO PARA A CRIATIVIDADE CRISTÃ
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Educação Cristã: Tranformando vidas!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Oração: Uma vida com atitude!
“Tenho tanto que fazer que não consigo prosseguir sem gastar três horas diárias em oração”. Lutero[1], ao fazer esta afirmação, manifestou o quanto o ministério cristão depende da profundidade da relação do ministro com Deus. A oração precisa ser uma valorosa disciplina desenvolvida por todos aqueles que almejam aproximar as suas vidas a do Criador.
Segundo Teófano[2], “Orar é trazer a mente para dentro do coração e lá permanecer diante da Face do Senhor, sempre presente, que tudo vê e está no teu íntimo”. É através da oração que o Senhor toca o coração daquele que se prostra e se permite ser tocado, ainda que de maneira incompleta por causa da natureza humana. O ministro, ao desenvolver a prática da oração é inundado por uma maravilhosa característica inerente a Deus, a criatividade. O Deus Criador impele o homem criatura a O adorar criando.
Nouwen[3] afirma que “através da disciplina da oração, os líderes cristãos devem aprender a ouvir vez após vez a voz do amor, e a encontrar lá a sabedoria e a coragem para tratar quaisquer questões que lhes aparecem.” A maturidade espiritual começa a se desenvolver cada vez mais motivada pela transformação que Cristo provoca na vida do ministro e não pelo conhecimento intelectual nem pelas suas inúmeras experiências religiosas.[4] O cotidiano e seus imprevistos se transformam em um meio para que o nome de Cristo seja glorificado e adorado pela ação do ministro cristão que ora e vai, gradativamente alcançando sua maturidade espiritual.
Para muitos de nós a oração é o aspecto da vida cristã em que sempre nos encontramos em falta. Mas, mesmo assim, o cultivo da oração apenas como uma amizade com Deus, pelo simples prazer de estar em sua presença e gozar sua companhia, é uma experiência um tanto rara para muitos cristãos, simplesmente porque não sabemos o que significa amizade. (BARBOSA, 2009, p. 19)
Barbosa, acima citado, lembra que uma falta muito comum na vida cristã atual é a disciplina da oração. Cada vez mais há menos tempo para se permitir falar com Deus, e ainda menos para tentar ouvi-lo. Orar e buscar uma amizade com Deus é algo cada vez mais inexistente na vida de muitos cristãos. É preciso entender que amizade só acontece quando se permite gastar tempo de qualidade com um alguém. Só se pode ser amigo de Cristo quando a cada momento nEle há a busca de uma relação de confiança, cumplicidade, dependência e troca.
Segundo Foster[5], a experiência cotidiana dos que andam com Deus é receber conceitos daquilo que pode existir. A oração de quem deseja investir tempo na presença de Deus é uma verdadeira forma de vida. Ela impele o homem para a fronteira da vida espiritual e é a principal via usada por Deus para transformar e possibilitar que o ministro enxergue as coisa do ponto de vista de dEle. Orar é sair da passividade da vida e agir para transformar o mundo e mudar o rumo da história.
Para que a oração seja eficaz, o ministro cristão precisa estar sintonizado com a vontade de Deus para a sua vida. Ele deve começar sua oração intercessora aquietando a sua atividade física e ouvindo Deus. Então, progressivamente, questões maiores e mais complexas vão tomando foco ao mesmo tempo em que o silêncio se faz presente em observância ao que Deus pode estar trazendo ao coração do que ora.
Muitas vezes nos evangelhos vemos Jesus orando a noite toda. No deserto, no topo da montanha, no Getsêmani. Embora a sua divindade possuísse a mente de Deus, sua humanidade continuamente buscava o Pai em períodos de oração que seguiam noite afora. (CARD, 2008, p. 96)
Cristo orava e de forma muito intensa buscava o pai em todos os momentos. Embora possuísse a natureza divina, seu ministério se tornou verdadeiramente uma inspiração do que é ser criativo para todos os que almejam seguir os passos do Mestre. Barbosa[6] nos ensina que devemos nos inspirar no exemplo de Jesus e imitá-lo para romper com os apelos que nos desviam da vontade divina. Só assim o ministro que busca uma vida de oração pode ansiar por ter uma mente e o coração mais puros e abertos a vontade de Deus.
Uma grande dificuldade quanto à disciplina da oração enquanto algo que traz à vida do ministro os benefícios da criatividade é com relação aos períodos onde a prosperidade se faz presente. Segundo Barbosa[7], “sempre que os cristãos vivem momentos de paz, tranqüilidade e prosperidade, a cruz é facilmente trocada por outros símbolos de fé”. A humanidade tem tido uma visão equivocada do papel de Deus na história. O Criador deixa de ser o Senhor dos senhores e passa a ser alguém que é chamado apenas quando as dificuldades são grandes e ameaçam os planos da criatura. O homem, que foi criado a imagem e semelhança de Deus, passa a ser aquele que só busca quem o criou em momentos de grande necessidade e aflição.
Porém, a igreja atingiu a sua coerência e maturidade espiritual em meio a momentos onde os sofrimentos, as dificuldades e as tribulações proporcionavam ao cristão a consciência de que ele dependia de Deus. E, em momentos de oração é que o ministro consegue melhor discernir isso podendo ver o poder de Deus se aperfeiçoando na fraqueza humana e assim possibilitando o desencadeamento de momentos de criatividade para a glória de Deus.
A oração passa a ser o mecanismo que tem o papel de possibilitar ao homem a oportunidade de se apresentar perante Deus e buscar a intimidade necessária para que o ministério criativo provoque uma transformação na história humana.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O ministério cristão e a Espiritualidade!
Tolstoi em uma de suas obras afirmou que “Cristo nos ensinou como viver para Deus”[1]. Já, segundo Nouwen,[2] a questão sobre o ministério é intimamente ligada à espiritualidade almejada e desenvolvida pelo ministro. Sendo assim, viver para Cristo é deixar-se ser guiado pelo exemplo que Ele deixou aos seus e se permitir ter uma relação de qualidade com o Deus Criador. Viver para Cristo é, a todo o momento, buscar uma espiritualidade sadia.
Sobre o desenvolvimento de uma espiritualidade sadia, Foster[3] destaca que as disciplinas espirituais são tratadas com uma porta para a liberdade. A superficialidade de nossas ações e impressões e a chama de maldição do nosso tempo é um forte empecilho para que a liberdade cristã permita um pleno desenvolvimento de nossas potencialidades em Cristo. Porém as disciplinas espirituais convocam o cristão a sair desta superficialidade e almejar andar nas profundezas.
Deus deseja que as disciplinas espirituais sejam praticadas por seres humanos comuns e o propósito maior delas é libertar o ser humano da escravidão ao interesse próprio e ao medo. Essa libertação tem como requisito principal ter anseio por Deus. Porém, quem busca as disciplinas espirituais se deparará com duas dificuldades: Uma filosófica e outra prática. O materialismo atual incutiu na humanidade a aceitação apenas das verdades físicas não dando mais espaço para algo que não pertença ao mundo palpável. Além disso, a ignorância acerca das disciplinas espirituais traz grandes dificuldades a qualquer um que queira mergulhar em uma realidade espiritual mais significativa. Frente a estas duas dificuldades é preciso urgentemente experimentar uma vida de relacionamento e intimidade mais intensa com Deus.
A chamada maldição do nosso tempo, segundo Foster[4], é a superficialidade das ações e impressões. Porém as disciplinas espirituais convocam-nos a sair desta superficialidade e almejar andar nas profundezas. Deus deseja que as disciplinas espirituais sejam praticadas por seres humanos comuns já que o propósito maior delas é libertar o ser humano da escravidão ao interesse próprio e ao medo.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
CRIATIVIDADE: UMA RESPOSTA AO QUE DEUS É!
Quando, em nosso ministério cristão, nos deixarmos ser inspirados pelo que Deus é, inevitávelmente criamos! Criamos para a Glória de Deus! CLIQUE AQUI e tenha acesso aos slides dessa palestra.
domingo, 22 de agosto de 2010
O GRANDE EQUÍVOCO
Certa vez, um teólogo de Princeton comentou que não se importava de dizer os credos, contanto que os pudesse cantar. O que ele quis dizer é que, se ele pudesse transformar os credos em uma obra de arte, achava que não precisaria se preocupar com o conteúdo. Contudo, tal atitude demonstra uma teologia e uma estética simplórias. (SCHAEFFER, 2010, p. 60)
A história acima relatada por Schaeffer revela algo que é comum no cotidiano de muitas comunidades cristãs. A preocupação com a forma está sendo priorizada em detrimento da preocupação com o conteúdo. Se o formato for conveniente e atender as necessidades específicas do momento, o conteúdo fica restrito ao segundo plano. Mesmo quando a mensagem for teologicamente consistente e necessária, a reflexão acerca da mesma fica desvalorizada, mesmo que de forma não intencional, mediante a exuberância do formato apresentado durante o momento litúrgico.
Quando se fala em criatividade, muitas vezes se pensa que a mesma pode ser obtida por meios que envolvem as capacidades propriamente humanas. Através de uma série de estímulos a pessoa vai desenvolvendo uma maneira ímpar e atraente de desenvolver seus projetos. Em outras palavras, quanto mais o indivíduo se esforça e busca se capacitar, mais ele se vê apto a exercer com originalidade e criatividade suas funções e alcançar seus objetivos.
Nouwen[1] afirma que ministério e espiritualidade nunca podem ser dissociados já que é uma questão ligada à vida espiritual do ministro aliada a prática cotidiana. Ou seja, não há ministério bem sucedido e criativo se a vida espiritual do ministro não é sadia. Não há criatividade real no ministério se não há intimidade com Deus. É possível que uma das causas das frustrações e desapontamentos ministeriais de muitos cristãos seja causada pela crescente separação entre o profissionalismo e a espiritualidade, o que acaba muitas vezes levando a uma busca da valorização do primeiro e detrimento do segundo que é absorvido pela correria do cotidiano.
Uma das causas principais para toda frustração, dor e desapontamento na vida de muitos ministros cristãos tem sua raiz na crescente separação entre profissionalismo e espiritualidade. (NOUWEN, 2008, p. 21)
Nouwen[2] afirma que “muitos destes homens e mulheres têm doado tanto de si mesmos e suas atividades pastorais cotidianas, que muitas vezes demandam muito de si, que acabam por se sentir vazios, exaustos, cansados e quase sempre desapontados.” É o cotidiano e o excesso de dedicação que acaba levando o ministro a um profissionalismo com pouca observância do quanto é necessário e a disciplina para desenvolver uma espiritualidade sadia. Verdadeiros apaixonados pela obra ministerial que são, pela urgência das tarefas do cotidiano, empurrados para um verdadeiro “beco sem saída”, já que no ministério cristão o segredo repousa no fato de se deixar ser dependente da presença de Deus em todos os aspectos da vida.
Não é exagero dizer que, enquanto as igrejas se tornam cada vez mais vazias, ano após ano, novas formas de ministério estão sendo procuradas na periferia do cristianismo, e aquele ensino, pregação, cuidado, planejamento e celebração estão surgindo de novas formas nas catacumbas de nossas modernas cidades. (NOUWEN, 2008, p. 131)
Para Nouwen[3], seguindo essa linha de raciocínio onde a espiritualidade, em nome da criatividade, é ofuscada pelo profissionalismo, o ministro proporciona a oportunidade para que o povo se afaste da mensagem do cristianismo e não perceba que o evangelho não está sendo transmitido. Assim, há um aumento da resistência em ouvir a mensagem eterna em um momento onde a pregação deveria ter o papel de auxiliar a luta constante para que o cristão se torne realmente, a cada dia, um seguidor de Cristo.




