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CONHECIMENTO POPULAR OU EMPÍRICO: O conhecimento popular é aquele conhecido como sensível, vulgar, empírico ou senso comum. Este tipo de conhecimento é resultante das suposições, vivências e crenças pessoais, ele é adquirido nas inter-relações humanas através da herança dos antepassados. A forma de julgamento do conhecimento popular não é reflexiva, pois o mesmo é desenvolvido para solucionar necessidades cotidianas imediatas estando relacionado à praticidade factual.
O conhecimento popular é ocasional e assistemático, ou seja, baseia-se na “organização” particular das experiências próprias do indivíduo e não em uma sistematização das idéias, na procura de uma formulação geral que explique os fenômenos observados, aspecto que dificulta a transmissão, de pessoa a pessoa, desse modo de conhecer. É verificável, visto que está limitado ao âmbito da vida diária e diz respeito àquilo que se pode perceber no dia-a-dia. Finalmente é falível e inexato, pois se conforma com a aparência e com o que se ouviu dizer a respeito do objeto não se submetendo à crítica.
Concluindo, o “conhecimento empírico” é profundamente particular e subjetivo;
CONHECIMENTO FILOSÓFICO: Mais ligado à construção de idéias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.
CONHECIMENTO RELIGIOSO OU TEOLÓGICO: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica é fruto da revelação da divindade. A finalidade do Teólogo é provar a existência de Deus e que os textos Bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhe dão sustentação.
CONHECIMENTO CIENTÍFICO Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.
O bom leitor lê com objetivo determinado. Lê unidades de pensamento, têm vários padrões de velocidade, avalia o que lê, possui bom vocabulário, tem habilidades para conhecer o valor do livro, sabe quando deve ler o livro até o fim, quando interromper a leitura definitivamente ou periodicamente, discute freqüentemente o que lê com os colegas, adquire livros com freqüência e cuida de ter sua biblioteca particular, lê vários assuntos e lê por prazer e não por obrigação.
O mau leitor lê sem finalidade. Lê palavra por palavra, só tem um ritmo de leitura, acredita em tudo que lê, possui vocabulário limitado, não possui nenhum critério técnico para conhecer o valor do livro, não sabe decidir se é conveniente ou não interromper uma leitura, raramente discute com colegas o que lê, não possui biblioteca particular, está condicionado a ler sempre a mesma espécie de assunto, lê pouco e não gosta de ler.
Para a formação do hábito de estudo devem ser levados em consideração três elementos:
Tempo;
Material;
Ambiente.
Para uma leitura eficaz é necessário:
a) Selecionar o que ler
O título do livro é a primeira informação que temos sobre o seu conteúdo, mas não deve figurar como critério de escolha para a leitura. Devemos examinar sumariamente o livro cujo título nos interessa à primeira vista.
b) Comodidade e higiene na leitura
O ambiente para a leitura deve reunir as condições a fim de favorecer não apenas a assimilação do que está sendo estudado, mas também a comodidade necessária ao indivíduo que está estudando.
c) Definição de propósitos
A finalidade básica da leitura cultural é a procura, a retenção, a captação, a crítica e a integração de conhecimentos, e isto se faz, em primeiro lugar, pela procura das idéias-mestras, das idéias principais, também chamadas idéias diretrizes. Cada texto, cada seção, cada capítulo e, mesmo cada parágrafo tem uma idéia principal, uma palavra-chave, um conceito fundamental. Quem lê idéias é mais veloz na leitura e capta melhor o que lê. Mas isto é fruto de treinamento e exercícios.
d) Sublinhar
Sublinhar é uma arte que ajuda a colocar em destaque as idéias-mestras, as palavras-chave e os pormenores importantes. Quem sublinha com inteligência está constantemente atento a leitura, descobre o principal em cada parágrafo e o diferencia do acessório. Este propósito mantém o estudante concentrado e em atitude de crítica durante todo o tempo dedicado a leitura. Além desse efeito benéfico, já durante a leitura, o hábito de sublinhar com inteligência favorece o trabalho das revisões imediatas, bem como as revisões globalizadas posteriores.
É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas de aquisição objetiva do conhecimento, de uma maneira sistemática.
VANTAGENS:
A produção de um conhecimento prático e aplicável;
O uso de uma expressão objetiva e detalhada;
Redução ou minimização;
Fornecimento de suporte metodológico e representacional ao pensamento.
Fonte: Material EPOS.